13 de março de 2015

CINCO CARACTERÍSTICAS DE UM HOMEM DE DEUS !

II Reis 4:1-7

Versículo 1-Uma mulher,das mulheres dos profetas...O maior tributo que alguém pode ganhar,é ser conhecido,reconhecido que você :É um homem de Deus.

1º-Comunhão íntima com Deus.
     Conhecer Deus e ser conhecido por Ele.

2º-Ser santo,totalmente separado da lassidão religiosa e moral dos seus dias,dedicando-se a Deus.

3º-Sentir como Deus,ou seja se opor contra a idolatria e os pecados do povo.

4º-O Espírito Santo está sobre você e o capacita para falar com autoridade espiritual como representante de Deus.

5º-Muitos doons,ministérios confirmados por Deus.


Versículo 8-A viúva com o filho representa a benção de Deus há um servo fiel.

Versículos18-21-Deus submete a uma prova.

Versículos 22-37-Aqueles que permanecem firmes,Deus prosperará.

• Tome posse da sua posição = Ela era díscipula de Eliseu,não era maldita,era escolhida,esposa de um díscipulo,não era qualquer uma.

• Tome posse da sua porção = Ela disse que não tinha nada,desprezou o pouco que tinha,não permita incredulidade na sua vida.

•Tome posse do seu trabalho,ele não é vão = Eliseu mandou que ela pegasse vasilhas,seu trabalho não é inútil.

• Tome posse de que a benção de Deus jamais se apartará de você = Vendeu o azeite,e ganhou muito dinheiro.


9 de março de 2015

O que significa ter o nome no Livro da Vida?


O "Livro da Vida" é mencionado várias vezes na Bíblia (veja Filipenses 4:3; Apocalipse 3:5; 13:8; 17:8; 20:12,15; 21:27). Paulo disse que as pessoas que cooperavam com ele no evangelho tinham seus nomes escritos no Livro da Vida (Filipenses 4:3). Jesus disse que os nomes dos vencedores que se mantêm puros não seriam apagados deste livro (Apocalipse 3:5). Em contraste, os que rejeitam a palavra de Deus e servem falsos mestres não têm seus nomes escritos no Livro da Vida (Apocalipse 13:7-8; 17:8).No julgamento descrito em Apocalipse 20:11-15, esses são condenados ao lago de fogo. Por outro lado, na cidade iluminada pela glória de Deus, somente entram aqueles cujos nomes são inscritos no Livro da Vida (Apocalipse 21:27).
Outras passagens não falam especificamente do Livro da Vida, mas claramente mostram a mesma idéia. Hebreus 12:22-24 descreve o povo de Deus como a "igreja dos primogênitos arrolados nos céus". Assim, os servos de Deus têm sua pátria nos céus (Filipenses 3:20).
Não devemos imaginar que Deus precisa, literalmente, de um livro para escrever ou apagar os nomes de pessoas. Deus sustenta as aves do céu, e certamente cuida de cada um de seus servos (Mateus 6:26). Jesus, o bom pastor, conhece suas ovelhas por nome (João 10:1-15, especialmente versículo 14).
A figura de um livro serve para comunicar para cada pessoa a importância de seguir ao Senhor nesta vida. Deus é a fonte da vida, e ele mantém a lista das pessoas que continuarão vivas. Aqui, devemos observar dois fatos importantes:
1. Deus julga todos na sua justiça. Muitos procuram maneiras de negar a justiça de Deus e seu direito de nos julgar. Mas ele é o nosso Criador. Ele nos revelou a sua vontade, e ele nos julgará por ela. Jesus disse: "A própria palavra que tenho proferido, essa o julgará no último dia" (João 12:48). O julgamento dele não é arbitrário ou segundo capricho. Ele nos julga retamente, "para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo" (2 Coríntios 5:10).
2. A vida está em Cristo. Jesus proclamou a palavra de Deus, que nos julgará, e afirmou: "E sei que o seu mandamento é a vida eterna" (João 12:50). Deus "ressuscita e vivifica os mortos" (João 5:21) através de Jesus, que é "a ressurreição e a vida" (João 11:25).

Quando servimos a Jesus, temos a confiança da vida eterna, porque ele é o caminho, a verdade e a vida, e o único acesso ao Pai e à vida eterna (João 14:6; Atos 4:12). Se continuarmos fiéis a ele, temos a certeza que os nossos nomes serão encontrados no Livro da Vida!

Como crescer espiritualmente?


Estudando e aplicando a palavra de Deus, assim como comemos e exercitamos nosso corpo para crescermos.
"Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que por ele vos seja dado crescimento para salvação" (1 Pedro 2:2). A comida é essencial para o crescimento de todos os seres vivos. Para alimentar o espírito do homem exige-se estudo e meditação da palavra de Deus. Há várias coisas a serem lembradas sobre uma alimentação correta. 1. Alimentação- deve acontecer regularmente. Geralmente, pode-se ficar com "fome" após apenas algumas horas sem comer. E nós? Nos alimentamos diariamente com as palavras de Deus? 2. Toda pessoa deveria ter uma alimentação equilibrada. Alimentando-se somente de cereais e de nenhum legume, não haverá bom crescimento do homem. Devemos estudar todas as partes da palavra de Deus. 3. É bom ficar atento aos aditivos; estes são muitas vezes prejudiciais à saúde. Paulo pregou as puras palavras de Deus sem as alterar (2 Coríntios 4:2). As observações feitas por vários homens nas Escrituras podem vir a ser de grande ajuda. Não devemos nos deixar ser levados pelos ensinamentos do homem e sim pelas palavras de Deus.
O exercício é outro componente vital para o crescimento (Hebreus 5:12-14). O exercício em si envolve o uso da comida que ingerimos; espiritualmente, aplicamos os ensinamentos de Deus em nossas vidas. Por exemplo, lemos que devemos viver sensata, justa e piedosamente (Tito 2:12); precisamos, então, nos comportar desta forma. Devemos permitir que o aprendizado de nossos estudos, mude nossas vidas.
Nosso objetivo no crescimento está manifestado em 2 Coríntios 3:18 o de ser transformado na imagem de Cristo. Este é um grandioso objetivo. Que cresçamos nesta direção!

O Guarda Alerta a Cidade



No auge da Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética, usando a melhor tecnologia da época, os norte-americanos criaram um sistema conhecido pela sigla DEW Line, ou pelo nome extenso de Distant Early Warning Line (Linha Distante de Alerta Precoce). Durante a segunda metade do século 20, esse sistema, baseado em radares instalados no Canadá, Alasca e Groenlândia, existia para alertar de antemão sobre a chegada de aviões que poderiam lançar mísseis contra alvos norte-americanos.

Antigamente, aviões e mísseis lançados de outros continentes não faziam parte do cenário de guerras, mas a ideia de se defender com alertas precoces de ataque sempre foi fundamental à defesa. Cidades fortificadas tipicamente tinham suas torres de vigia, onde foram postas sentinelas para avisar da chegada de inimigos.

A conhecida imagem do vigia foi usada várias vezes nas Escrituras para representar os servos que comunicavam a palavra do Senhor aos outros. Esse uso da figura aparece a partir do oitavo século a.C. em textos escritos pelos profetas Isaías (21:8) e Oseias (9:8). A ideia foi empregada em um sentido mais detalhado pelo profeta Ezequiel, no início do sexto século a.C. Deus disse: “Filho do homem, eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel; da minha boca ouvirás a palavra e os avisarás da minha parte” (Ezequiel 3:17).

No resto do capítulo, Deus apresenta para Ezequiel quatro possíveis cenários que ilustram bem a responsabilidade do vigia ou atalaia e que nos ensinam sobre o dever de cada pessoa que tem conhecimento da palavra do Senhor.

1) O vigia não avisa o pecador (Ezequiel 3:18). Todos que persistem na prática do pecado caminham para a perdição (Mateus 7:13-14). Qualquer um que transmite a mensagem das Escrituras deve ser fiel na sua tarefa de avisar sobre as consequências do pecado. No primeiro caso apresentado aqui, Deus fala da consequência se o vigia não cumprir sua obrigação. O pecador seria morto por causa da sua rebeldia, mas o sangue dele seria requerido da mão do vigia negligente.

2) O vigia avisa o pecador (Ezequiel 3:19). No segundo caso, o servo se mostra fiel e alerta o perverso sobre a consequência da sua desobediência. O pecador não se arrepende e continua caminhando para a morte, mas a sentinela não tem manchas de sangue nas suas mãos por ter cumprido seu dever.

3) O vigia não avisa o justo desviado (Ezequiel 3:20). Neste caso, um homem justo que servira a Deus durante toda a sua vida se desvia do caminho, e o atalaia não procura corrigi-lo. Sem o arrependimento, o homem que abandonou o caminho de Deus morre pelos seus pecados, mas Deus requer o seu sangue do guarda que não agiu para salvá-lo.

4) O vigia avisa o justo para que evite o pecado (Ezequiel 3:21). No último caso, o mensageiro de Deus cumpre sua responsabilidade e avisa o justo do perigo de se desviar. O justo acata essa instrução, resiste à tentação e vive. A sentinela fiel agiu para salvar a alma desse justo e se salvou no cumprimento do seu dever.

Dessas instruções de Deus para o profeta Ezequiel aprendemos duas lições principais. Primeiro, percebemos a importância de proclamar com fidelidade a mensagem do Senhor. Falar do pecado e das suas consequências fatais é desagradável e, por esse motivo, muitos que se dizem pregadores do evangelho evitam esses assuntos. Promessas de saúde física e bens materiais são mais fáceis de oferecer do que a verdade sobre a diferença entre a vontade de Deus e a rebeldia de pessoas carnais. Segundo, vemos claramente a escolha do homem. O perverso decide pecar, e tem a opção de não pecar. O justo decide fazer o certo, mas tem a opção de se desviar do caminho da justiça. Cada pessoa é responsável por suas decisões e receberá a justa recompensa por sua resposta à palavra de Deus (2 Tessalonicenses 1:7-10).

“Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” (2 Coríntios 5:10). 

7 de março de 2015

Por que 8 de março é o Dia Internacional da Mulher?

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento. 

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período. 

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações. 

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

"O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países", explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinhas.

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

MULHERES DA BÍBLIA




"Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou." Gênesis 1:27 


As mulheres não foram mencionadas na Bíblia com tanta freqüência quanto os homens. Mas as mulheres na Bíblia tiveram parte importante na história da salvação. De Eva, em Gênesis, até Maria, em Belém, as mulheres fizeram suas contribuições. 


Débora – Juízes 4- 5 


Débora era esposa, conselheira, juíza e heroína de guerra. A Bíblia não nos revela muito sobre Débora, mas sabemos que o povo a tinha em alta conta. 


Qual era o segredo do sucesso de Débora? Juízes 4:4-7, 9, 14 


Uma das conversas mais interessantes em todo Antigo Testamento aparece nesta história (Juízes 4:8). A história começa sob o controle de um país estrangeiro, por causa dos pecados de Israel. Israel clama ao Senhor por libertação. Falando pelo Senhor, Débora ordena a Baraque, um general do exército israelita: leve dez mil homens e lute contra o inimigo. Ela promete que o Senhor lhe dará a vitória sobre o exército de Sísera (Juízes 4:6, 7). Mas Baraque concorda em avançar sob uma condição: a própria Débora deve ir com ele à batalha. Débora diz a Baraque que o Senhor prometeu a vitória. Mas Baraque ainda recusa lutar se Débora não for com ele. Por quê? Sua fé em Deus e seu relacionamento com Ele eram bem conhecidos. Nem mesmo um exército, com todas as armas mortíferas de guerra, estava disposto a avançar sem ela. 


Era a própria Débora a pessoa que Baraque queria ter consigo? Ou era a Pessoa [Deus] que Débora simbolizava? 


A história não termina com a derrota do exército inimigo e de Sísera. Mesmo antes da batalha começar, Débora disse a Baraque que Sísera seria morto "às mãos de uma mulher" (Juízes 4:9). Leia o que aconteceu em Juízes 4:17-22. O Senhor queria usar as mulheres de um modo especial para dar vitória a Israel. Ele também queria que os homens soubessem que Ele estaria usando as mulheres para cumprir Seus propósitos. 


Ester – Heroína Involuntária 


Ester é o exemplo de uma pessoa fiel e corajosa que se esforçou para salvar seu povo. Esta é também uma história sobre uma mulher que não teve nenhum controle sobre sua situação. Ela foi forçada a escolher entre dois males. Não nos acontece às vezes de termos também de escolher o menor dos males? 


As ações de Ester foram completamente desinteressadas? O que Mardoqueu disse para levar Ester a arriscar sua vida? Ester 4:9-15 


Ester não queria pedir ao rei para ajudar porque, se fosse vê-lo sem ser chamada, ela podia ser morta (Ester 4:9-11). Mas Mardoqueu lhe disse que se não fosse pedir a ajuda do rei, ela morreria de qualquer maneira (Ester 4:14)! Assim, as ações corajosas de Ester não foram totalmente desinteressadas. 


Não conhecemos os pensamentos secretos de Ester. Mas as fortes palavras de Mardoqueu devem tê-la convencido a ir em frente. Ester respondeu: "Irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci" (Ester 4:16). A decisão de Ester mostra uma pessoa disposta a agir pela fé, não importa quanto lhe custasse. Este é o único tipo de fé que obtém resultados! Podemos aprender de Ester que se esperarmos para fazer as coisas até sermos completamente desinteressados, podemos não fazer nada!


Como pecadores, tudo o que fazemos é manchado pelo pecado. Nossas boas obras, mesmo quando praticadas por amor e por fé, ainda são egoístas. O incenso que ardia no santuário simbolizava a justiça de Jesus. A justiça de Jesus cobre nossas orações, que não são puras, porque vêm de seres humanos e pecadores. 


Rute – a Antepassada de Jesus – Rute 1–4 


Leia o pequeno livro de Rute para lembrar-se do seu enredo: "O livro de Rute é uma pequena história preocupada especialmente em fazer a narrativa da linhagem do ReiDavi [e daí, a Cristo]. ... Era uma época terrível. Durante o tempo dos juízes, a fome atingiu duramente a terra. Um nativo de Judá, chamado Elimeleque, foi para o estrangeiro, para Moabe, a fim de tentar melhorar sua sorte. Mas ele morreu jovem, deixando sua viúva, Noemi, com dois filhos. Os filhos tomaram esposas moabitas, Rute e Orfa, mas os filhos também morreram. Então, as três mulheres viram-se sozinhas sem os homens de que precisavam para estar seguras em uma sociedade patriarcal." – Denise Carmody, Biblical Woman: Contemporary Reflections on Scriptural Texts, págs. 32 e 33. 


Muitos crêem que Rute escolheu ir com Noemi porque eram boas amigas. Mas Orfa também disse que queria ir com Noemi por causa do Deus de Noemi. Uma filha volta ao seu próprio povo e aos seus "próprios deuses" em Moabe. A outra filha fica com o Senhor e com Seu povo. 


O relacionamento entre sogra e nora nem sempre é bom. Mas alguma coisa aconteceu entre essas mulheres que fez Rute e Orfa amarem Noemi. Qual foi a atitude das noras quando Noemi anunciou que voltaria à sua terra? Rute 1:10, 14-17 


Deus nos deu muitas verdades bonitas e poderosas. Mas podemos levar muitas pessoas a afastar-se dEle pela maneira como as tratamos. 


Maria  Mãe de Jesus – Luc. 1:30, 31 


Como a mãe de Jesus, Maria é a maior de todas as mulheres. Em seu ventre, o Criador do Universo tornou-se homem! Nenhuma mulher de toda a História do mundo foi tão honrada e respeitada. Algumas pessoas até a adoram como um ídolo! Sem dúvida, tanto sua prima [Izabel] como o anjo Gabriel estavam certos quando lhe disseram: "Bendita é você entre as mulheres" (Luc. 1:42 NVI). 


Quando o anjo apareceu pela primeira vez a Maria, disse-lhe que ela era "favorecida" por Deus. A palavra grega traduzida como "favorecida" é kairin, a palavra exata que a Septuaginta (uma primeira tradução grega da Bíblia hebraica) usava para traduzir Gênesis 6:8: "Porém Noé achou graça (kairin) diante do Senhor". No entanto, é evidente que tanto Noé como Maria tinham características especiais que habilitavam o Senhor a usá-los. 


A palavra kairin (graça ou favor) permite entender que as pessoas mereciam os papéis que receberam? Como Maria reconheceu que era pecadora? Luc. 1:46, 47 


Ponha-se no lugar de Maria. Um anjo lhe diz que algo impossível vai lhe acontecer. As próprias palavras de Maria, em Lucas 1:34, mostram como foi difícil para ela entender o que o anjo havia prometido. Mas o anjo lhe deu evidências suficientes para confiar em Deus, mesmo assim. Foi por isso que o Senhor pôde usá-la. A fé que Maria tinha nas promessas de Deus a torna um exemplo maravilhoso a todos os que afirmam ter fé. 


Maria – uma Pecadora Perdoada – Luc. 7:36-50 


Lucas 7 não nos diz o nome da mulher. Mas ela é Maria Madalena. Ela é a mesma mulher que esteve entre as primeiras a verem a sepultura de Jesus na manhã daressurreição (Mat. 28:1; Mar. 16:1, 2). Ela também foi uma das primeiras a informar os discípulos sobre a ressurreição de Jesus (Mat. 28:7, 8; Luc. 24:1-10; João 20:18). Maria Madalena foi a primeira mulher (ou uma das primeiras mulheres) a quem Jesus apareceu depois da ressurreição (Mat. 28:1, 5, 6, 9). 


Qual era a grande diferença entre Simão e Maria? Luc. 7:41, 42 


Não nos é dado nenhum detalhe. De acordo com a história, Maria Madalena foi muito pecadora. Mas Jesus reprova Simão, e não Maria. Por quê? Simão é a pessoa que não mostrou arrependimento e gratidão verdadeiros, como os de Maria. Simão representa as pessoas que buscam a justiça própria. As pessoas com justiça própria não sentem a necessidade de cair contritos e arrependidos aos pés de Jesus. Simão – como todos – é um pecador condenado que não tem com que pagar a sua dívida (Luc. 7:44). Mas não enxerga qualquer necessidade de se arrepender de seus pecados. 


"Aquela que caíra [Maria] e cuja mente fora habitação de demônios, chegara bem perto do Salvador em associação e serviço. Foi Maria que se assentou aos pés de Jesus e dEle aprendeu. Foi ela que Lhe derramou na cabeça o precioso ungüento, e banhou os pés com as próprias lágrimas. Achou-se ao pé da cruz e O seguiu ao sepulcro. Foi a primeira junto ao sepulcro, depois da ressurreição. A primeira a proclamar o Salvador 


Como rainhas, juízas, pecadoras ou mães, as mulheres tiveram parte importante na história do povo de Deus. Podemos todos, mulheres e homens, aprender de seus exemplos.

Como pode o amor lançar fora o medo?



“No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor” (1 João 4:18). Este versículo apresenta desafios para o leitor sério e tem sido usado para defender diversas ideias errôneas. É comum achar aplicações superficiais na esfera da psicologia popular, usando esta afirmação como um mantra para ajudar pessoas vencer suas fobias e preocupações cotidianas. Outros distorcem o sentido do texto para justificar suas decisões de não se arrepender dos seus pecados, concluindo que “Deus me ama do jeito que sou, então não preciso mudar”. Estudantes da Bíblia podem enfrentar uma dificuldade em conciliar este versículo com outros ensinamentos das Escrituras que ensinam a importância do medo ou temor: “Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem” (Eclesiastes 12:13) e “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (Mateus 10:28). Como compreender este ensinamento de João? 

Uma das regras fundamentais para entender qualquer texto é: considerar o contexto. João não escreveu aqui sobre fobias, e certamente não ofereceu conforto para pessoas que persistem numa vida pecaminosa (leia 1 João 3:6-10). O contexto define termos importantes. Medo e tormento são ligados ao assunto do versículo anterior: o Dia do Juízo. Amor, também, é ligado aos versículos anteriores: Quem permanece no amor permanece em Deus. João explica o que é necessário para viver e morrer com a confiança da salvação em Cristo. É necessário aperfeiçoar o amor, que significa permanecer em Deus (1 João 4:16-17).  

Seria totalmente injusto interpretar este ensinamento de João de uma maneira que contradiga o resto da epístola ou que negue ensinamentos de Jesus e os outros apóstolos. Na mesma carta de 1 João, este apóstolo disse que para permanecer em Deus é preciso andar na luz (1 João 1:6-7). Ele resume bem as condições da comunhão com Deus nestas palavras: “Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou” (1 João 2:5-6). 

Evitemos, também, o erro de imaginar que alguém alcance esta perfeição por esforço próprio, ou que tenha confiança da salvação por sua própria justiça. Todo o contexto nos lembra do perdão oferecido por Deus por meio do sangue de Jesus Cristo (1 João 1:9-10; 2:1-:2; 4:9-10; 5:13). Somente em Jesus poderemos permanecer no Dia do Juízo!